Artista se apresenta semanalmente no restaurante Tantra Granja Viana
Para alguns povos as cobras são vistas como símbolos, na mitologia indiana desempenham um papel de suma importância, no Egito antigo representavam soberania, atualmente os quichés (povo maia da Guatemala) realizam um ritual de fertilidade, dançando com cobras e os chortis, associam a alguns santos católicos.
Já para muitos de nós, esses répteis causam medo e até pânico, mas para Giselle Kenj é o contrário. Referência no Brasil em dança egípcia, a bailarina encanta a todos quando se apresenta com seus “babies”, quatro pítons que moram em sua casa e dormem na mesma cama.
Cada uma de suas cobras possuem fortes características, o Thot (17kg/3m) é o que mais gosta de dançar, tem uma natureza zen e sábia, o Rah (20kg/3,5 m) é protetor, prudente e extremamente carinhoso, o Hórus é mais independente (14kg /3m) e o Shiva (14kg /2,90 m), é moleque e o que mais disputa a liderança dentro de casa.
“A convivência com elas é corpo a corpo, vivo como egípcios e as sacerdotisas na antiguidade, as considero animais sagrados. O domínio que tenho sobre elas, vem através do conhecimento, por também ser bióloga, e principalmente, amor, carinho e respeito. Para criação desses animais exóticos, os cuidados são inúmeros, por isso sempre fico atenta às suas necessidades e vontades, diz Giselle.
Na dança elas seguem Giselle, que as introduz em performances surpreendentes. Porém, em alguns momentos a bailarina segue os movimentos delas, que formam um desenho espetacular em seu corpo, criando números únicos.
Giselle também explora outras vertentes da dança egípcia em seus shows como a espada, véus (único véu, véu duplo, sete véus e véu wings), punhal, saidi (bastão/bengala), snujs (sagat), beduína, clássica, candelabro, pandeiro e solo de derbake. Para saber mais sobre Giselle Kenj, acesse: www.facebook.com/pages/Giselle-Kenj
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