Secretaria da Habitação reunirá prefeitos em São Paulo no próximo dia 14 para a adesão dos municípios ao programa, que investirá R$ 1 bilhão em quatro anos

O secretário estadual da Habitação, Flavio Amary, explicou que o Nossa Casa envolve subsídios municipais, estaduais e federais, além da oferta por parte das prefeituras de terrenos para a construção dos empreendimentos e a participação da iniciativa privada.
Segundo Amary, as empresas participarão do programa construindo e disponibilizando moradias ou lotes de interesse social a preços abaixo do valor de mercado para as famílias com renda de até três salários mínimos. O governo do Estado beneficiará essas famílias com cheques moradia no valor de até R$ 30 mil. Em quatro anos o governo vai investir R$ 1 bilhão e construirá 60 mil unidades por meio desse programa.
No próximo dia 14, será realizado evento, em São Paulo, que reunirá prefeitos interessados em conhecer e aderir ao Nossa Casa. Durante o encontro, que marca a primeira fase do programa, a equipe técnica da Secretaria apresentará procedimentos para a adesão das prefeituras ao projeto e iniciará o cadastro dos terrenos disponíveis nos municípios.
As prefeituras definirão a demanda do Nossa Casa com base no cadastro das famílias inscritas. Terão prioridade as famílias que recebem auxílio-moradia ou as que vivem em áreas de risco. “É um programa inovador, em cooperação com as prefeituras, que vai complementar as ações da CDHU e de outros programas no âmbito da Secretaria. Usaremos critérios técnicos visando priorizar os municípios onde existem os maiores problemas de déficit habitacional”, explicou o secretário estadual da Habitação, Flavio Amary.
Os municípios participantes do Nossa Casa contribuirão com isenções e com a adequação de parâmetros urbanísticos próprios para esses lotes e moradias de interesse social, além de recursos de infraestrutura urbana nos empreendimentos.
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